Mensagem Personalizada com a Hora

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Resenha - Anjo Mecânico

Anjo Mecânico (Clockwork Angel), conta a história de Tessa Gray: uma garota nova iorquina que se muda para Londres após a morte da tia com o intuito de se reunir a seu irmão - e único parente vivo - Nathaniel. Ao chegar a Londres, no entanto, Tessa não se reúne ao irmão, mas é mantida refém e descobre que tem poderes que até então desconhecia ter. Até que ela é resgatada por um nephilim caçador das sombras, que apresentará a ela um mundo novo e totalmente diferente do que ela já conheceu.

Embora eu já tivesse lido uma série da mesma autora com enredo parecido, Anjo Mecânico foi tão capaz de me prender ao livro até que eu conseguisse chegar ao fim da estória (o que não levou muito tempo já que eu não conseguia parar de ler) quanto Cidade dos Ossos. A trama é bem elaborada e os personagens únicos e interessantíssimos, especialmente o intratável Will Herondale. 

 É um livro completo: drama, ação, suspense, comédia, romance, conspiração. Como o livro é narrado do ponto de vista de diversos personagens, a estória não fica focado em só e é possível conhecer mais profundamente as verdadeiras intenções e sentimentos de cada um. A habilidade da autora leva o leitor a mergulhar em cada cena de luta ou suspense, além de nos envolver no drama pessoal de cada um.

 Gosto de acompanhar séries pela emoção de ler continuamente vários volumes que dizem respeito a uma mesma estória. Talvez por isso eu tenha gostando tanto da série As Peças Infernais: terminar de ler Anjo Mecânico significa ter uma vontade quase insuportável de começar a ler o segundo volume da série. É emocionante ^^

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Resenha - The Return



              Amei a série Covenant. Alex era a epítome do kick-assness e Aiden, da fofura. Mas meu personagem favorito sempre foi o Seth. Então, obviamente fiquei extasiada quando vi que a autora havia feito a gentileza de atender ao meu desejo de ter uma série que trouxesse o Apollyon como protagonista. Sempre achei que ele merecia encontrar alguém que gostasse dele por quem ele era e não pelo que era. Queria ver mais exemplos de kick-assness, mais exemplos da língua afiada, do humor negro, da patifice, da patacoada. Estranho, eu sei, mas quem conhece o desagradável glorioso com um leve sotaque desconhecido sabe o quão cativante ele pode ser.



              Então saiu o livro e Seth não decepcionou. Gostei de tudo. Foi como eu esperava, se não melhor. E ainda com novas facetas que não foram mostradas em Covenant. Achei meio tosco que a co-protagonista lembrasse tanto uma certa pessoa que conhecemos tão bem, mas sobre a qual não vamos nos permitir pensar no momento. De certa forma, achei que isso iria contaminar a relação entre os personagens e ficou um sentimento de problemas não resolvidos e possibilidade para muito drama no futuro. Felizmente, não teve mimimi *ponto pra autora!*

             Apesar de alguns diálogos clichês e momentos bregas dos personagens em geral, Jennifer L. Armentrout sabe como fazer o leitor se apaixonar por seus personagens. Que venham os outros volumes com esse lindo que põe a cara no sol!

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Resenha - Jane Eyre




Consegui terminar Jane Eyre!
Comecei a ler este livro motivada pelas diversas referências encontradas sobre Jane e Mr. Rochester em outros livros que li, e gostei. As referências foram em número suficiente para que eu ficasse curiosa em conhecer esta heroína tão bem falada na literatura. Aliás, eu estabeleci uma meta para mim este ano, em uma espécie de acordo tácito comigo mesma, de ler livros "antigos" citados aqui e ali em obras mais modernas.
Jane Eyre foi uma experiência paradoxal para mim. Demorei muito para conseguir terminar. Passava dias seguidos sem conseguir sequer abrir o livro. O motivo? É muito chato de ler! E sempre me dava sono. Mas eu simplesmente adorei a história, seus personagens e a protagonista... Esta sim, é uma verdadeira heroína, bem do jeito como as admiro. O curioso é que eu, invariavelmente, era acometida de grande sono quando começava a ler e algumas passagens - longas e carregadas de descrição do cenário - eram simplesmente insuportáveis.
Outro fator complicador durante a leitura foi a linguagem:  em inglês formal, com muitas palavras que não são utilizadas atualmente, e várias transcrições de regionalismos e pontuações utilizadas de uma forma que não é comum, que tornavam tudo ainda mais difícil de entender!


"'And what is hell? Can you tell me that?'
'A pit full of fire.'
'And should you like to fall into that pit and to be burning there forever?'
'No, sir.'
'What must you do to avoid it?'
I deliberated a moment: my answer when it did come was objectionable: ' I must keep in good health and not die'"


Jane é um exemplo de mulher. Contemporânea de uma época em que esperava-se que as mulheres se deixassem ser conduzidas pela vontade e desígnios do homem, ela sempre teve de se virar sozinha, sem amigos, sem família e, quando chegou o momento de interagir com homens, manteve-se independente, embora ainda dócil. Sempre justa, sempre correta e atenta a seus próprios princípios, ela nunca se deixou corromper.
Oh, que grande golpe aquele recebido por Mr. Rochester! Fiquei cho-ca-da. Nunca tinha lido um romance cujo mocinho fosse tão cheio de falhas. Em português bem claro, as circunstâncias o mostraram como alguém mas sujo que pau de galinheiro. E em que momento inoportuno! Mas ela manteve-se firme em sua razão e suas convicções.
E depois, sua provação e ascensão. Que felicidade ver que Jane finalmente teria os meios para viver com a independência com a qual ela havia sido talhada para viver.
E quanto a Mr. Rivers? Que homem cruel. Foi o que tirei da personalidade dele, que ele era um homem mau e vicioso, que tudo atribuía a Deus e sua missão aqui na Terra. Por um momento assustador, achei que Jane sucumbiria e faria uma escolha muito errada mas, mais uma vez ela não me desapontou.


"'You cannot - you ought not. Do you think God will be satisfied with half an oblation? Will He accept a mutilated sacrifice? It is the cause of God I advocate: it is under His standard I enlist you. I cannot accept on His behalf a divided allegiance: it must be entire.'
'Oh! I will give my heart do God,' I said. 'You do not want it.'"


Jane foi inocentemente sardônica, intencionalmente sarcástica. Sempre racional, mas amorosa. Sempre pura, mas raramente ingênua. E é merecedora de ser tomada como referência de qualquer heroína que tenha sangue correndo em suas veias, personalidade, coragem e vontade própria.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Vou Ler - O Códex dos Caçadores de Sombras

            Quem acompanha o blog ou minha pasta no Skoob ou faz parte do meu cotidiano sabe o quanto eu sou fã das séries de Cassandra Clare sobre Os Caçadores de Sombras. Mas, assim como Harry Potter, eu não faço muita questão de ler os livros relacionados à série, mas que não fazem parte da história principal.
            Apesar de ter crescido lendo a saga Harry Potter, eu nunca li - nem tenho vontade de ler - livros com Quadribol Através dos Séculos ou As Aventuras de Beedle, o Bardo. Então, quando vi que havia saído o Códex dos Caçadores de Sombras, não fiz muita questão de correr para adicionar à minha estante.
          Semana passada, fui à uma livraria e para meu desespero, com exceção de um não consegui encontrar os livros que eu havia ido à procura. Comecei a folhear e ler sinopse dos livros que estavam expostos nos balcões e abri o Códex. Gostei do que vi.
          Achei que seria uma espécie de manual, com descrições técnicas e meio chato, mas folheando vi que há lendas sobre os Caçadores de Sombras e contribuições de Clary, Jace e Simon. Gamei instantaneamente no livro e, para minha felicidade, o ganhei de presente.

            Agora, além dos volumes “ortodoxos” da série, isto é, volumes de 1 ao 5, eu também tenho uma edição de colecionador de O Códex dos Caçadores de Sombras, em uma exposição inédita na minha estante, que reúne a história principal e as derivadas. Só me restam agora os livros que compõem As Crônicas de Bane, que eu estou lendo na versão digital, pela Amazon. Mas, se sair a versão impressa, pretendo comprar para completar minha coleção (como, aliás, tenho feito com os outros volumes, já que não agüento esperar a tradução e acabo comprando a versão digital em inglês).

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Vou Ler - Para Ler Como Um Escritor

               Há algum tempo venho me preocupando com minha escrita. Em algum lugar - já não me lembro onde - ouvi alguém falando sobre escrita criativa. Como eu tenho alguns projetos que envolvem a escrita de 2013 - Crônicas de Um Ano Longo e de uma historinha virtual, logo  pensei: "isso seria realmente ótimo para que eu aprendesse a escrever o tipo de coisas que gosto de ler."
            Semana passada, passeando por uma livraria em minha cidade, deparei-me com o título perfeito para meu novo intento: "Para Ler como um Escritor". Algumas manifestações de desejo por ele depois, ganhei o livro do meu namorado. Não li ainda pois, no momento, estou engajada na leitura de Jane Eyre, mas já dei uma folheada e tenho ótimas expectativas.
            Na apresentação, fiquei sabendo que em países como Estados Unidos e Inglaterra há cursos de graduação e até mestrado voltados para escrita criativa e que está-se iniciando em algumas Universidades do Brasil também. Já deu para ver que o livro propões técnicas de analisar os personagens, enredo, palavras, parágrafos...
            Dentre tantos que estão na minha lista, este é um que começarei logo após terminar o que estou lendo agora. Ainda não sei se o lerei continuamente até terminá-lo ou se lerei em paralelo com outro livros, como um livro de estudo.

            Espero que minha escrita de fato melhore e eu possa trazer publicações melhores para meus leitores (=


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